Depois de uma infância e adolescência cheia de histórias, entrei na fase "adulta" da minha vida. Digo adulta apenas pela nome que dão as pessoas que tem contas para pagar, emprego para comparecer, faculdade para ir, porque na verdade, lá no fundo, me sinto uma eterna criança, cheia de sonhos, de manias, de esperanças, de vontades. Ser adulta é tão chato quanto esperar em fila de banco, não acontece nada de excepcional, você vive aquela vidinha, aquela rotina angustiante de trabalhar para viver e viver para trabalhar. Terrível, não? Ser criança é ser livre, é poder escolher o que é bom para você sem pensar no julgamento de ninguém. Sou uma eterna criança, uma eterna menina. Não que eu seja infantilóide e saia engatinhando por ai, mas que aproveita os momentos, sabe que se sujar faz bem (rs), tenta sempre se divertir com as situações mais chatas do mundo. Tenho a imaginação mais fértil que conheço, o coração mais mole do universo, as piadas mais idiotas do Brasil, os amigos mais retardados que se possa conhecer, vivo pensante, vivo contente, ainda confio nas pessoas, ainda confio em mim mesma, tenho muitas dúvidas, muitas exclamações, reparo nos detalhes, vejo a alma nos olhos das pessoas, odeio a falsidade estampada, o teatrinho de fantoches. Ajudo quem eu posso, como posso e se quero poder. Não gosto de ficar contornando as realidades, prefiro encará-las de frente. Me esforço para poder ser tudo o que eu quiser, tento sempre realizar meus sonhos, tento sempre ao menos torná-los realizavéis. Gosto dos textos, das frases, das palavras e das sílabas. Me identifico com os desamores, com as paixões platônicas e com a felicidade instantanêa. Sei o que quero e me sinto perdida no mesmo momento. Viajo pelas fotografias da vida. Me interesso pelo inconstante, pelo absurdo, pelo duvidoso, pelo engraçado e quase sempre me complico por causa disso. E assim meio diferente e distraída levo minha vida com bom humor e sorriso no rosto. Bem-Vindos ao meu mundo!
Nenhum comentário:
Postar um comentário